Luz: onda ou partícula?

Nos filmes fotográficos, por exemplo, cada ponto da imagem corresponde a uma pequena reação provocada pela luz incidente sobre o sal de prata do filme. Nos pontos onde não incide luz não ocorre reação.

Igualmente, o desbotamento de papéis, como jornais e revistas, de tecidos, como cortinas e roupas, só ocorre nas regiões desses materiais que ficam expostas à luz do sol.

Tanto a impressão do filme fotográfico como o desbotamento de papéis e roupas são efeitos que revelam uma ação muito localizada da luz.

Isso pode ser explicado considerando-se que a luz, ao interagir com a matéria, se comporta como uma partícula, como havia suposto Einstein, na explicação do efeito fotoelétrico.

Nesse caso a energia luminosa atinge a matéria na forma de pequenos pacotes de energia, os fótons. Entretanto, se fizermos a luz passar por um orifício muito pequeno, bem menor que o orifício de nossa câmara escura, nenhuma imagem nítida se formará no papel vegetal no fundo da caixa. É o fenômeno da difração, típico de ondas.

Nesse caso, a luz se comporta como uma onda!!! Mas esses são os fatos! Em certas situações, a luz, ao interagir com a matéria, se comporta como partícula, e, em outras, o seu comportamento é o de uma onda. Os físicos incorporaram esses dois aspectos da natureza da luz, conhecidos como dualidade onda-partícula, dentro do chamado Modelo Quântico da Luz…

Mais informações em: GREF – Óptica, p. 58 (capítulo 14)

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