Até os anos 40, o que se conhecia de contrabaixo eram aqueles instrumentos gigantescos que vemos em orquestras sinfônicas, o contrabaixo acústico.
Porém, os baixistas começaram a instalar captadores improvisados e ligar seus instrumentos em amplificadores, para aumentar sua potência. Foi então que Clarence Leo Fender, perito em eletrônica de rádios e criador da guitarra elétrica criou um protótipo de baixo elétrico.
É um instrumento feito de madeira pesada e maciça, como o mogno, que destaca os sons médios e graves.
Suas cordas podem variar de espessura, mas são mais grossas que a de outros instrumentos como o violão e a guitarra.
Com o passar do tempo os contrabaixistas aperfeiçoaram tanto sua técnica que hoje o contrabaixo é considerado um instrumento versátil, existindo assim suas versões de quatro até oito cordas. Porém, como peritos em física que somos, devemos nos perguntar: qual a relação entre as características do instrumento e sua sonoridade grave? Porque dever ser tão robusto? Seria apenas uma questão de estilo?




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