O Contrabaixo Elétrico

13 05 2008

Até os anos 40, o que se conhecia de contrabaixo eram aqueles instrumentos gigantescos que vemos em orquestras sinfônicas, o contrabaixo acústico.

Porém, os baixistas começaram a instalar captadores improvisados e ligar seus instrumentos em amplificadores, para aumentar sua potência. Foi então que Clarence Leo Fender, perito em eletrônica de rádios e criador da guitarra elétrica criou um protótipo de baixo elétrico.

É um instrumento feito de madeira pesada e maciça, como o mogno, que destaca os sons médios e graves.

Suas cordas podem variar de espessura, mas são mais grossas que a de outros instrumentos como o violão e a guitarra.

Com o passar do tempo os contrabaixistas aperfeiçoaram tanto sua técnica que hoje o contrabaixo é considerado um instrumento versátil, existindo assim suas versões de quatro até oito cordas. Porém, como peritos em física que somos, devemos nos perguntar: qual a relação entre as características do instrumento e sua sonoridade grave? Porque dever ser tão robusto? Seria apenas uma questão de estilo?





Novo Planeta

16 04 2008

Pesquisadores britânicos da Universidade de St Andrews, na Escócia, detectaram um “planeta em estágio embrionário”, nos arredores do nosso Sistema Solar, que pode ter menos de 2 mil anos de idade. A descoberta foi apresentada na Reunião Nacional de Astronomia da Grã-Bretanha, em Belfast.

A equipe de astrônomos disse que detectou, em volta de uma estrela, uma bola de poeira e gás que está se transformando em um planeta gigante.

Curiosidade: Vocês sabiam que o guitarrista do “Queen”, Brian May, é PhD em astronomia. Sim, senhores! Sua tese “Velocidades Radiais na Nuvem de Poeira Zodiacal” foi defendida 36 anos depois de abandonar os estudos para se juntar à banda Queen.

Atualmente foi nomeado chanceler (reitor) da Universidade John Moores, em Liverpool. May, de 60 anos, substituirá Cherie Blair, mulher do ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair.

Fonte: BBC Brasil (com adaptações)





Tempo e Espaço

5 04 2008

Tempo e espaço confundo

e a linha do mundo

é uma reta fechada.

Périplo, ciclo, jornada

de luz consumida

e reencontrada.

Não sei de quem visse o começo

e sequer reconheço

o que é meio e o que é fim.

Pra viver no teu tempo é que faço

viagens ao espaço

de dentro de mim.

Das conjunções improváveis

de órbitas instáveis

é que me mantenho.

E venho arrimado nuns versos

tropeçando universos

pra achar-te no fim

deste tempo cansado

de dentro de mim.

(Vanzolini, s/data)