Simulações!

3 05 2009

Tiro

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Clique nos links ou nas imagens pra visualizar as Simulações!

Canhão!

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Basquete

basquete





O Ano da Astronomia!

18 04 2009

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A iniciativa assinala o aniversário da primeira observação astronômica realizada por Galileu há 400 anos. Haverá eventos em todas as partes do globo, e aqui no Brasil não seria diferente.

Segue no link abaixo, a programação brasileira pra esse grandioso evento.

Mais informações: http://www.astronomia2009.org.br






Planetários: A Arte de imitar o ceú

18 04 2009

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Fascínio. Talvez esse adjetivo seja pouco para definir a magia, o mistério e a beleza do céu noturno. As inúmeras estrelas que observamos cintilam como pequenos diamantes espalhados sobre veludo negro… Os dias sucedem as noites em um ciclo aparentemente imutável… E imaginar então que olhar para o céu significa olhar para o passado?… A luz proveniente de cada estrela que, em vários casos, levou vários séculos para nos atingir… Todas essas são possíveis reflexões que muitos de nós fazemos e que, às vezes, nos faz sentir tão pequenos diante do Universo. Desde o momento em que o primeiro homo sapiens sapiens deve ter tido a curiosidade e necessidade de olhar para o céu, certamente ele não deve ter ficado indiferente aos seus encantos, mesmo sem saber a quantidade de coisas que sabemos hoje. Ao ser notada a regularidade do movimento celeste, vários pensadores tentaram “imitá-la”.

Corre à boca pequena um boato de que o nosso velho e conhecido Arquimedes (o mesmo que configura em nossos livros de Física na parte de Hidrostática e que sempre é lembrado pela sua célebre frase “Eureca! Eureca!” pronunciada após um feliz banho em um banheiro público de Siracusa) foi um dos primeiros estudiosos a tentar representar o movimento do céu com um objeto denominado planetário. As informações sobre este objeto não são completamente conhecidas porque nada sobrou dele após um saque romano, mas conta-se que ele era capaz de representar o movimento aparente do Sol, da Lua e dos planetas durante o período de uma noite (numa concepção geocêntrica).

Atualmente podemos simular o movimento aparente céu noturno de vários modos – com planisférios, cartas celestes, programas de computador – sendo que um destes modos é bastante especial: os planetários. Eles são objetos capazes de representar como o céu muda durante o tempo dentro de uma sala escura (nossa cidade até possui um planetário, mas ele está desativado há mais de 11 anos por empecilhos da burocracia política…) e, dentre as várias maneiras de se representar a noite, esta é uma das mais realísticas e populares. Planetários como este que são conhecidos hoje surgiram há um pouco mais de 80 anos na Europa e o sucesso desta “arte” ganhou o mundo. Outros tipos de planetário – os de cúpula inflável – também são muito conhecidos pelo fato deles poderem ser levados para qualquer canto. No Distrito Federal, é comum a presença do Planetário Itinerante da Universidade de Brasília – UnB – na Semana de Ciência e Tecnologia e nas escolas de Brasília e cidades satélites. Encantando desde as crianças até os mais crescidos – os planetários seguem como uma forma de se divulgar e popularizar a Astronomia.

Um excelente Ano da Astronomia a todos!


Demetrius Leão





Tempo

1 04 2009

Van gogh

(The Starry Night – Van gogh)

Sou a ausência do negativo
Porque só caminho para frente
Para o Jovem, Sou o incentivo
Mas o Velho é quem me sente

Segundo, minuto, hora, dia,
Semana, mês, ano, alegria,…
Todos com alguma duração
Sou a própria Evolução

Instante final menos o inicial
Forma um Intervalo Temporal
No qual ocorre algum evento

A Luz tem a maior velocidade
Dando-me o nome de Eternidade
Por deixar-me mais lento

(Lerias,Washington Roberto – O Romance da Física 2003





Ilusões de Ótica

14 10 2008

A figura está parada ou em movimento?

A e B são do mesmo tamanho?





Pêndulo Simples

12 10 2008

Os Macacos já utilizavam este conceito
Antes mesmo de caminharem direito
Pendurados perduravam pendulados
Em seus cipós se mantinham deslocados

Sabiam que cada cipó tem seu comprimento
Proporcional ao ângulo argumento
E que desprezando a resistência do vento
Um arco era descrito no seu movimento


Sabiam que a “gravidade ser constante deve”
Pois se o Macacão, o macaquinho, carregava
E neste ínterim a tração do fraco cipó arrebentava
O mais pesado caía ao lado do mais leve

Quanto mais longo mais longe podiam ir

Mas o galho de chegada não podia ser mais alto
Na oscilação do vaivém deixavam de colidir
Calculando o exato momento do salto

“O período de um movimento completo
é dois Pis vezes a raiz quadrada tirada
do comprimento pela constante acelerada
da gravidade responsável pelo seu trajeto”

(Lerias,Washington Roberto – O Romance da Física 2003, p50)